Pangasianodon hypophthalmus

Nome Popular: Pangasius, Pangassius, Pangassus, Striped catfish

Família: Pangasiidae

Distribuição: Ásia. Bacias Mekong e Chao Phraya; adicionado em outras bacias hidrográficas para aquicultura.

pH: 6.5 – 7.5 dureza: 2 – 20 dH temperatura: 22º – 28ºC

Tamanho adulto: 130 cm (comum 90 cm)

Sociabilidade: Pacífico, grupo, predador

Manutenção: Fácil

Zona do aquário: Fundo / Meio

Aquário mínimo: 250cm x 60cm x 60cm (900 L)

Alimentação: Onívoro. Alimenta-se basicamente de peixes, crustáceos e restos vegetais. Em cativeiro aceitam todo tipo de alimento, desde alimentos secos (granulos) a alimentos vivos.

Características: Bastante apreciado na aquicultura asiática, é uma espécie migratória movendo-se principalmente pelo montante do Mekong, migrando rios acima entre Outubro a Fevereiro, com pico em Novembro e Dezembro. Esta migração é provocada por vazante em épocas de cheias. Comum na parte inferior do Mekong, onde juvenis são criados em gaiolas flutuantes.

Classificado anteriormente como Pangasius sutchi, esta espécie é o mais comum dos Pangasius encontrado em lojas de aquário e em sua maioria é encontrado espécimes juvenis que apresentam coloração azul prateado. Há ainda variedades obtidas através de cruzamentos em cativeiro como o albino e uma variedade grosseiramente desfigurada chamado de “shortbody” com forma de balão. Raramente atingem seu tamanho máximo em cativeiro e podem viver por 20 anos ou mais quando bem cuidado.

O aquário para abrigar esta espécie deverá ser grande o suficiente e livre de decorações excessivas, uma vez que é um excelente nadador. Iluminação deverá ser fraca. É necessário manter a água com alto nível de oxigênio e um certo fluxo, simulando os grandes rios e deve-se investir bastante principalmente na filtragem biológica. Os vidros do aquário deverão ter no mínimo 10mm, pois podem se romper facilmente se um espécime adulto bater fortemente contra, além de pesadas tampas para evitar que pulem fora do aquário.

Reprodução: Ovíparo. É uma espécie migratória e como tal situação é impossível de simular em aquário, sua reprodução em cativeiro ocorre comente através de grandes tanques de piscicultura ou hormônios. O dimorfismo sexual não é evidente.

Ficha por: Edson Rechi
Foto(s): Edson Rechi, Rafael Pereira
Colaboradores: –

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